REINO DOS CÉUS

SEJA DEUS VERDADEIRO E TODO HOMEM MENTIROSO

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

EPISTOLAS PASTORAIS - TITO



         Datação
De acordo com o Manual Bíblico Unger a carta a Tito foi escrita por volta da mesma época de ITimóteo, aproximadamente entre 64 a 66 dC.
No comentário introdutório da Bíblia Shedd (revista e atualizada) ao livro de Tito o autor supões que o livro deva ter sido escrito mais ou menos no verão do ano de 65 dC, pouco antes de ITimóteo.
O Comentário Esperança na seção Introdução e Síntese do Novo Testamento, admite não ter precisão em relação a data mas coloca num intervalo de 60 a 65 para as pastorais onde Tito se inclui.
O Novo Comentário da Bíblia de F. Davison na seção cartas pastorais diz que é impossível colocar estas epístolas nos limites da vida do Apóstolo Paulo a não ser que aceitemos a hipótese de que Paulo foi solto da prisão e assim dedicar seus últimos anos de vida a um esforço missionário antes de ser preso outra vez, assim as epístolas foram escritas, provavelmente, por volta do ano de 62 AD e a data do martírio de Paulo entre 65 a 68 AD.
Em Introdução ao Novo Testamento de D.A. Carson, Douglas J. Moo, e Leom Morris no comentário a Tito sobre data e origem os autores dizem que os estudiosos acham melhor entender que Tito foi escrito por volta da década de 60, antes de IITimóteo e aproximadamente no mesmo período de ITimóteo quando Paulo foi liberto da sua primeira prisão.
No livro o Novo Testamento sua Origem e sua Análise de Merril C. Tenney, ele não precisa uma data, mas diz que Tito segue-se cronologicamente a ITimóteo.
Em Introdução ao estudo do Novo Testamento por Broadus D. Hale ele descreve que Paulo esteve em Creta, Éfeso, Troade, Macedônia, mileto, Corinto e Roma.

         O tempo envolvido seria de 60 a 61 dC até uma data desconhecida após o incêndio de Roma em 19 de julho de 64 dC. Culminando com a morte do Apostolo por volta de 65 dC.
R.N. Champlin situa a datação das epístolas pastorais por volta de 65 a 68 dC embora ITimóteo e Tito possam ter sido escritos no intervalo entre os dois aprisionamentos de Roma.
Os diversos autores não convergem para uma datação comum, precisa ou até mesmo aproximada, ficando a datação entre 60 a 68 dC.
De acordo com a aula em classe, o professor Nonato Vieira sugere a cronologia abaixo:
1-                      45 dC - 1ª viagem do apostolo
2-                      50 dC – 2ª viagem do apostolo
3-                      58 dC – epistola aos Romanos
4-                      61-63 dC – prisão
5-                      63 dC – libertação
6-                      64 dC – incêndio em Roma
7-                      66 dC (verão) – epistola a ITm
8-                      66 dC – epistola a Tt
9-                      67 dC – epistola a IITm
10-                  67 dC – morte de Paulo

         A pessoa de Tito
Tito aparece no Novo Testamento como um pastor ideal, e Paulo deixa visível a sua preocupação com Tito. A alegria cristã e sua dedicação serviram de inspiração para Paulo, o apostolo chegou a comparar a sua atitude com a de Tito.
Estas alusões que Paulo faz a respeito de Tito reflete o caráter de Tito, indicam o relacionamento estreito entre Tito e o apostolo e suas qualidades como pastor. Paulo chama Tito de verdadeiro filho na fé que nos é comum.
No que respeita a Tito o nome dele aparece algumas vezes no novo testamento sendo duas vezes em Galatas, uma vez em IITimóteo, uma vez em Tito e nove vezes em IICorintios. O nome de Tito não é mencionado em Atos dos Apóstolos embora sabemos que ela era cooperador com Paulo.
Tito é um homem de inabalável lealdade a causa do evangelho e disposto a comissões difíceis e um elevado respeito por Paulo. Tito é mais líder do que Timóteo, pois Tito não só recebe ordens, mas também pode proceder segundo o seu próprio critério. Timóteo é naturalmente tímido, necessita de estímulo enquanto que Tito é mais motivado por si mesmo, agressivo e consciente dos propósitos e missão.
Tito é uma pessoa que se transforma em ponto importante para exemplificar um gentil transformado pelo evangelho:Tito é grego de pais gregos. Nada mais se ouve de Tito até a terceira viagem de Paulo. Tito recebeu a missão de ir a Corinto para solucionar a situação coríntia.
A missão de Tito foi bem sucedida na medida considerável, com seu impulso, dinamismo e firmeza conseguiu contornar a situação, em Tito não vemos nenhuma hesitação.
         A próxima missão de Tito é administrar a igreja em Creta ou igrejas. Segundo a tradição diz-se que Tito tornou-se bispo e permaneceu solteiro. De uma maneira geral existe diferença entre a pessoa de Timóteo e Tito que se observa no poder de liderança de ambos e resultados, no entanto, ambos são homens notáveis na vida ministerial do Apóstolo Paulo, e contribuíram profundamente para o avança do evangelho.

A mensagem e propósitos de Tito

A carta de Tito é bem parecida com as cartas de Paulo a Timóteo. Tito foi escrito com o mesmo propósito de incentivar e fortalecer um jovem pastor a quem Paulo havia consolidado, em quem tinha muita confiança e que o considerava como filho.
A carta a Tito foi construída para instruir outros anciãos em Creta que trabalhavam sob sua liderança, e instruir outros membros de outras igrejas.
Embora o livro de Tito não é tão doutrinário como outras acartas do apóstolo, contem muitos tesouros doutrinais como fé, salvação pela graça de Deus. A carta é basicamente pratica estabelecendo as obrigações e responsabilidades que temos como filhos de Deus.
A carta de Paulo a Tito foi produzida a partir de três impulsos primários, a saber, 1- a necessidade de combater as heresias, em especial as heresias Judaico – cristãs que invocavam o judaísmo e as tradições e as heresias Gnósticas greco – orientais que tinham muitas facetas; 2- a necessidade de encorajar a nomeação de homens espirituais e moralmente qualificados para o ministério; 3- a necessidade de instrução para uma vida de testemunho cristão eficaz.

         Destinatário
A saudação epistolar é tipicamente paulina e tem sólido apoio nos textos alexandrinos e dos textos ocidentais. Quinn (em ‘o livro de Tito’) entende que o Apóstolo não mencionou o destinatário da carta de propósito para não dar a entender que a carta era apenas uma correspondência pessoal e que deveria ser lida na igreja.
De acordo com Willian Hendriksen é elementar que os destinatários das pastorais são Timóteo e Tito e visto a natureza do conteúdo, mensagem e propósitos estas foram lidas posteriormente nas igrejas.
Para John Macarthur, Tito e a igreja em Creta são os destinatários da carta do apostolo Paulo.
Para Champlin as epistolas pastorais são endereçadas aos jovens pastores Timóteo e Tito que se tornaram figuras exemplares para odo aquele que aspira o mesmo.

A ilha de Creta.
Creta é uma ilha montanhosa que fica no mar mediterrâneo, ao sul do mar Egeu. Tem cerca de 250 km de comprimento, variando em largura de 11 a 56 km. O clímax da civilização cretense foi atingido na primeira metade da idade do bronze (minioano posterior, 1600 a 1400 aC). O linear B, uma forma arcaica de grego, era o idioma desse tempo, talvez os gregos tenham modificado a linguagem que antes era provavelmente de origem semita. Perto do fim da idade do bronze, gregos dóricos chegaram a ilha, que então, se tornou uma colônia grega.
Já desde o inicio da sua história havia muitas cidades apesar de seu tamanho minúsculo. Nos dias do apostolo Paulo o numero de judeus ali era grande, provavelmente devido a sua importância comercial. Pelo que se lê em Tito 1:5, já deveria haver muitas igrejas naquela ilha quando Paulo enviou Tito para aquele lugar, porquanto o apostolo dos gentios e outros já haviam evangelizado bastante aquela ilha.
         Nessa ilha haviam cerca de cem cidades e as mais importantes eram Cnossos, Cortina, Lictoso, Licastos, Holpixos, Paesto, Cidon, Manetusa e Dietina.

Esboço do livro de Tito
Esta carta se divide facilmente em três partes.
1-      designação dos líderes da igreja (1:5-16);
2-      como aconselhar e trabalhar com diversos grupos sociais (2:1-15);
3-      exortações gerais (3:1-11).
Após a saudação (1:1-4), Paulo expressa a razão por que ele deixara Tito em Creta (1:5,6) e como Tito deveria proceder na escolha de pessoas para a liderança na igreja (1:7-9). Tito é advertido acerca dos falsos mestres e da necessidade de refutá-los (1:10-16). A norma para a conduta cristã normal é observada para diferentes grupos de pessoas (2:1-10), e enfocam-se as obrigações e privilégios de um cristão numa sociedade (2:11-15). Exortações acerca de males especiais na comunidade (3:1-3) são acompanhadas pela base para um ministro realizar o que é bom (3:4-8). Após algumas admoestações finais acerca dos falsos ensinos (3:9-11), são dadas instruções pessoais (3:12-14). A carta encerra com saudações finais e uma bênção (3:15).

BIBLIGRAFIA
- Enciclopédia de Bíblia teologia e filosofia – R.N. CHAMPLIN
- Manual Bíblico Unge – MERRIL FREDERICK
- Variantes textuais do Novo Testamento – ROGER L. OMANSON
- Bíblia Shedd
- Introdução ao estudo do Novo Testamento - Hale, Broadus David
- Comentário Esperança
- O novo comentário da Bíblia – F. DAVIDSON
- Comentário de I II Timóteo e Tito – WILLIAN HENDRIKSEN
- Novo Testamento comentado (TITO) – JOHN MACARTHUR
- Panorama do Novo Testamento – ROBERT GUNDRY
- Introdução ao Novo Testamento - D.A. Carson, Douglas J. Moo, e Leom Morris
- Novo Testamento sua Origem e sua Análise -Merril C. Tenney


Uma igreja que diz não a este mundo




Rm 12:2 - E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Paulo escreve primorosamente o que os comentaristas dizem ser a carta mais bem preparada po Paulo aos cristãos da Igreja de Cristo em Roma.
Roma era a capital de um território que incluía todas as regiões frontei­riças do Mediterrâneo, os países antigos do Oriente Próximo e do Oriente Médio, a Bretanha e as partes do Nordeste da África. Roma era a figura dominante em todas as questões imperiais: políticas, sociais, militares, comerciais e religiosas.
Pessoas de todas as partes do Império vinham a Roma para participar da vida extravagante na capital. Durante o primeiro século da era crista, acima de 1.500.000 pessoas habitavam em Roma, das quais 800.000 eram escravos. A riqueza e a cultura romanas exigiam uma multidão de escravos domésticos. As pessoas que vinham a Roma, fossem livres ou escravas, traziam com elas sua base cultural e religião própria.
Certo da problemática que enfrentava a Igreja em Roma o Apóstolo escreve:
E não vos conformeis com este século (aion): não tomeis a forma deste estado de coisas, pensamentos,costumes, mentalidade...
mas transformai-vos (metamorfo) pela renovação (anakainosis) da vossa mente (nous): mudando totalmente por uma restauração total
para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus: para que assim possais reconhecer como genuino depois do exame o que Deus deseja que façais.
Assim:
Uma igreja que diz não a este mundo, não se conforma com o mesmo, transforma-se pela renovação da mente e experimenta a vontade de Deus.

1-  Uma igreja que diz não a este mundo, não se conforma com o mesmo.
Paulo chama a atenção da Igreja para que a mesma não tome a forma deste tempo (aion – estado de coisas que caracteriza uma época), seus costumes e condutas contaminadores da vida cristã, mas que a igreja imite os padrões do céu que estão prescritos na Palavra de Deus.
Parafraseando as palavras do Apóstolo: “Não tomeis a forma deste tempo que tenta vos perverter, mas tomeis a forma de Cristo em vós pela Palavra de Deus”

2-  Uma igreja que diz não a este mundo transforma-se pela renovação da mente.
É um imperativo à igreja a restauração para uma nova forma de entendimento, porque apenas por uma mente renovada é possível experimentar as riquezas da vontade de Deus que estão em oposição aos padrões mentais deste tempo.
“tomamos a forma de Cristo quando nos rendemos a Palavra de Deus diariamente”

3-  Uma igreja que diz não a este mundo experimenta a vontade de Deus.
A vontade de Deus pode ser traduzida de três maneiras:
a-     A vontade de Deus é que sejamos um.
Jo 17:22,23 - Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.
b-     A vontade de Deus é que amemos este mundo.
Mt 28:19,20 - Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.
c-      A vontade de Deus é que tenhamos esperança.
I Tess 4:17,18 - depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.

Um dia dissemos “não” para este mundo quando Cristo nos chamou das trevas para luz e nos fez sentar em lugares celestiais; quando passamos a pastar em lugares verdes; quando passamos a seguir o bom pastor;...
Queridos irmão que possamos diariamente nos render a Palavra de Deus que nos molda segundo a vontade do Pai, que nos conduz a uma transformação de mentalidade para podermos esperimentar a vontade do Nosso Senhor.
Amem.

O Tabernáculo e os seus móveis


O Tabernáculo e os seus móveis
A palavra Tabernáculo vem do latim tabernaculum, "tenda", "cabana" ou "barraca" e designa o santuário portátil onde durante o Êxodo até os tempos do Rei Davi os Israelitas guardavam e transportavam a Arca da Aliança, a menorá e demais objetos sagrados. Em hebraico se chamava mishkan, "moradia", local da Divina morada ( משכן mishkan 1) lugar de habitação, tabernáculo;1a) lugar de habitação;1b) moradia – este termo ocorre 139 vezes no AT). Também se denominava mow'ed, "Tenda da Reunião". Era composto de três dependências: Átrio Exterior, Santo Lugar, Santíssimo Lugar.


Em grego σκηνη skene 1) tenda, tabernáculo, (feito de ramos verdes, ou peles de animais, ou outros materiais); 2) do bem conhecido templo móvel de Deus, a partir do modelo do qual o templo em Jerusalém foi construído – ocorre 20 vezes no NT.
Ao todo eram seis peças muito valiosas e belas. Tudo foi feito em detalhes, conforme Deus havia determinado. No átrio existiam duas peças: o altar de holocausto que estava situado após a porta do átrio no lado leste e a pia (lavatório) ficava a oeste do altar de holocausto.
Dentro da tenda, no "Santo lugar", estava o candelabro situado ao sul, a mesa dos pães da propiciação situada ao norte e o altar de incenso que se encontrava diante da cortina que separava o Santo lugar do Santíssimo lugar. No "Santíssimo lugar" existia um único móvel: a Arca da Aliança com seu propiciatório.
Os móveis do Átrio
O Altar do Holocausto (Êx.38:1-7)
Era a primeira e maior peça do Tabernáculo, medindo 2,5m de comprimento, 2,5m de largura (era quadrado) e 1,5m de altura e ficava logo à entrada da porta. Foi feito com madeira de acácia e recoberto com cobre. O altar do holocausto é a peça que está logo à porta do átrio. Este altar tinha chifres que se projetavam em suas pontas bem como argolas e varais para ser transportado.
Lavatório (Pia) (Êx. 30:18-21)
Após o altar do holocausto e antes da tenda estava a pia de cobre maciço. Servia para que os sacerdotes se lavassem após os trabalhos de sacrifício no altar e antes de entrar no santuário.
O lavatório estava dividido em duas partes: o lavatório propriamente dito e um pedestal. A água contida na bacia de bronze que era usada nas lavagens deveria ser renovada diariamente para não estagnar.
Os Móveis do Lugar Santo
Logo após abrirem-se as cortinas da tenda, o sacerdote encontrava à sua esquerda o Candelabro, à sua direita a mesa dos pães da propiciação, e lá à frente, bem junto ao véu que dividia o santo do santíssimo, o altar do incenso.
Candelabro ou Menorá (Êx. 37:17:23)               
Também chamado de candeeiro ou castiçal. Totalmente confeccionada em ouro pesando 30 Kg, que com suas sete lâmpadas iluminava todo aquele lugar. A luz que emanava do castiçal iluminava a mesa dos pães da propiciação e o altar de incenso.
Uma base suportava uma haste que da mesma derivavam outras seis hastes curvadas para cima que terminavam em seis receptáculos, em cada um dos quais havia uma lamparina. A haste central e os braços derivados eram decorados em alto relevo com florescências de amendoeira. O material usado para construção deste utensílio foi o ouro.
A Mesa dos Pães ou Mesa da Proposição (Êx. 37:10-16)     
Confeccionada em madeira de acácia e revestida de ouro. Estavam postos continuamente 12 pães da proposição (ou da presença). Media 90 cm de comprimento, 45 cm de largura e 68 cm de altura.
Os doze pães representam as tribos de Israel. Todos os sábados eram consagrados os pães e repostos. Os pães que eram retirados podiam ser comidos pelos sacerdotes.
Altar do Incenso (Êx. 30:1-8)
Altar do Incenso ou Altar de Ouro, também construído em madeira de acácia e revestido de ouro.  
Sua função era queimar incenso ao Senhor, que representa nossas. As brasas que ardiam neste altar eram trazidas do Altar do holocausto. Não se podia atear fogo diretamente no altar do incenso.
O Móvel do Santíssimo lugar (Êx. 25:10-22)
No Santíssimo só havia um móvel: a Arca da Aliança, termo proveniente do fato de na arca conter as tábuas da lei dadas por Deus a Moises. Medindo 1,25m de comprimento, 75 cm de largura e altura, também tinha quatro argolas e varais para ser transportada apenas pelos sacerdotes.
A arca era caixa construída com madeira de acácia e revestida de ouro. Sua tampa, o propiciatório, era totalmente de ouro e estava encimado por dois querubins que tinham suas frontes voltadas para baixo como que estivesse olhando para o fundo da caixa. Suas asas estavam abertas e tocavam-se. No propiciatório era aspergido sangue uma vez por ano na expiação.
Dentro da arca estavam contidas as Tábuas da Lei recebidas por Moisés no Monte Sinai, um vaso contendo o maná fornecido aos israelitas no deserto e o cajado de Arão que havia florescido.