As músicas
cantadas no culto cristão, na sua grande maioria, são executadas com cantores e
músicos, excetuando os grupos que cantam a capela como quartetos, corais,
vocais e sempre estes últimos introduzem vez por outra um piano, órgão, cordas
ou orquestra. Como seja se com músicos/cantores ou a capela o arranjo musical
deverá existir sendo estes arranjos melódicos e harmônicos, maiores e/ou menores,
com modulações, inversões e muita imaginação. A questão é, até que ponto os
arranjos (instrumentais e vocais) devem ser executados no culto a Deus?
OS ARRANJOS
MELÓDICOS E HARMÔNICOS DEVEM SER CONSTRUIDOS A PARTIR DA EXPERIÊNCIA MUSICAL DO
POVO
Não é bom
executar canções com determinado conteúdo harmônico e melódico que a igreja não
está acostumada a escutar. Aos poucos algumas músicas podem ser inseridas no
repertório, mas respeitando o gosto musical da igreja. Respeitar o gosto
musical da igreja não é coisa de outro mundo, a equipe de louvor não é uma
atração, mas integrantes do culto a Deus.
EVITAR O
VIRTUOSISMO CONCENTRA A IGREJA EM DEUS
Arranjos extravagantes
devem ser evitados, como solos de guitarra com efeitos de Drives, solos
extravagantes de bateria, para que se evite desviar atenção de Deus para a
equipe e em particular para algum músico. Não se trata de engessar a
musicalidade d’algum músico, apenas trata-se da educação concernente a execução
de canções de adoração em culto cristão. Também o virtuosismo vocal deve ser
evitado, em se tratando de louvor congregacional, porque a igreja não
acompanhará.
A MÚSICA NO
CULTO NÃO É ENTRETENIMENTO ENTÃO O MÚSICO SERVE AO CANTOR, O CANTOR SERVE A
IGREJA E A IGREJA ADORA AO SENHOR
O objetivo
último é que a mensagem das canções seja absorvida pela igreja, então, os
instrumentos devem dar espaço para que as vozes, nitidamente, transmitam a
mensagem do louvor. Um bom controle de som geral deve está presente e músicos,
cujos instrumentos possuem controle de ganhos, frequências e volumes, devem
entender que os seus instrumentos são parte de um todo.
O canto por sua
vez não deve dar uma impressão mecânica, mas graciosa, a igreja deve perceber
que o ministro não canta para outro senão Deus, e também deve motivar a igreja
a não enxergar a equipe de louvor como um atrativo.
Rogério Vilaça.
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